domingo, 17 de junho de 2018

Wrap up #ML122dias

Foto de Cristina Luiz. 

Após uma ausência algo prolongada, trago o meu wrap up da Maratona Literária dos 122 dias organizada pela Roberta do blog Flames. A maratona decorreu de 10 de Fevereiro a 10 de Junho e os desafios criados tinham por base datas comemorativas que ocorreram nesses 122 dias. 

Seguem-se os desafios e os livros que consegui incluir para cada categoria. Começo por dizer que o balanço foi extremamente positivo. Embora não tenha conseguido completar todas as categorias, completei 16 desafios gerais e ainda consegui completar dois dos desafios extra (+50 páginas) propostos. Isto perfaz um total de 4195 páginas lidas =)



DESAFIOS GERAIS

     1 – Carnaval – Ler um livro de um autor brasileiro. - 280 páginas


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    2 – Dia do Amor/Dia dos Namorados – Ler um Romance. - 507 páginas


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 3 – Ano Novo Chinês – Ler um livro de um autor chinês ou cuja história se desenrole na China. - 288 páginas


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4 – Dia Europeu da Vítima de Crime – Ler um Policial. - 276 páginas


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5 – Dia Internacional da Vida Selvagem – Ler um livro com um animal (não doméstico) na capa. - 448 páginas


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6 – Dia Internacional da Mulher – Ler um livro escrito por uma mulher. - 624 páginas


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7 – Dia Branco – Ler um livro de capa maioritariamente branca. - 291 páginas


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8 – Dia do Pai – Ler um livro escrito por um autor masculino. - Comecei mas li muito pouco porque não estava a fluir.

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9 – Dia Internacional do Livro Infantil/Dia Mundial da Criança – Ler um livro infantil, ou uma banda desenhada, ou mangá, ou edição ilustrada ou graphic novel. - 173 páginas


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10 – Dia Internacional da Felicidade – Ler um livro de humor (cómico ou divertido). - 324 páginas

 
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11 – Dia Mundial da Poesia – Ler um livro de poesia. - 166 páginas

 
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12 – Dia do Livro Português/Dia do Autor Português – Ler um livro de um autor/autora português. - 179 páginas

 
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 13 – Dia Mundial do Teatro – Ler um Livro de Teatro. - 144 páginas

 
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14 – Dia das Mentiras – Ler um livro de Ficção Científica. - 125 páginas


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15 – Dia da Liberdade: 25 de Abril – Ler um livro português publicado na década de 70. - 118 páginas

 
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16 – Dia do Trabalhador – Ler um livro cujo protagonista tenha uma profissão que admires ou que gostaria de ter.


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17 – Dia do Sol – Ler um livro que te faça lembrar o Verão. - 103 páginas

 
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18 – Dia da Europa – Ler um livro escrito por um autor europeu. - 99 páginas
 

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19 – Dia do Duende – Ler um livro de Fantasia. 

 
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20 – Dia dos Irmãos – Ler um livro dividido em dois ou mais volumes (nota: para contar este desafio deves ler todos os volumes dessa obra).


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DESAFIOS EXTRAS CONCLUÍDOS
(A cada desafio acresce 25 páginas)
 
 

Foto de Neuza Coelho.Foto de Neuza Coelho.



 1 – Carnaval – Tirar uma foto mascarada ou com mascarados e o livro que está a ler no momento.

 
2 – Páscoa – Tirar uma foto do livro que estão a ler, rodeado de chocolates.





Foto de Neuza Coelho. 

Foto de Neuza Coelho. Foto de Neuza Coelho.Foto de Neuza Coelho.Foto de Neuza Coelho.Foto de Neuza Coelho.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Opinião #24: No seu mundo, Jodi Picoult


 










Editora: Civilização editora
Ano publicação:2010
Nº páginas: 624 páginas 
Pontuação atribuída: 4 estrelas no Goodreads

















Jacob é um jovem de 18 anos que vive com a mãe e o irmão mais novo. Tem uma inteligência sem igual mas uma incapacidade enorme na interacção com os outros. É um jovem com síndrome de Asperger que vive no seu próprio mundo. Quer integrar-se e tenta de tudo para o conseguir mas as resistências internas e externas são muitas.
Numa tentativa de se integrar, passa a ter alguma sessões semanais com uma professora de competências sociais. Esta aparece morta e as circunstâncias são bastante comprometedoras. A inocência de Jacob é questionada até pela própria mãe. 

Sinceramente, no início estava a adorar o livro. Julgava que lhe ia dar 5 estrelas. As descrições dos comportamentos do Jacob eram fantásticas, super realistas. Dava para ter uma noção fidedigna do que é conviver com uma pessoa com Asperger.  Contudo, penso que a narrativa se foi arrastando demasiado o que, por vezes, se tornou algo aborrecido. Para além disso, acabei por desvendar o mistério subjacente ao crime o que me desiludiu imenso. 

Não está no topo das minhas preferências dos livros da autora mas não posso negar que é um livro muito bom e, mais uma vez, com uma pesquisa extremamente bem feita e transporta para a narrativa.

domingo, 6 de maio de 2018

Opinião #27: Caçadores de cabeças, Jo Nesbo



Editora: Dom Quixote
Ano publicação: 2012
Nº páginas: 276 páginas 


Pontuação atribuída: 5 estrelas no Goodreads



Esta foi a minha estreia com Jo Nesbo. Optei por este livro por ser um standalone. Preferi pegar num livro único ao invés de começar a saga imensa do autor para primeiro compreender se a escrita me agradava.

Gostei muito do livro. É bastante intenso e surpreendente. É o que se quer neste tipo de livros e começo a partilhar da opinião de muitos de que os autores nórdicos dão cartas a este nível. 

Roger Brown é um caçador de cabeças, procura e selecciona altos quadros para empresas de topo. É um homem bem sucedido e extremamente manipulador e que nos é dado a conhecer como vilão porque, por trás dessa ocupação de sucesso, está o seu maior segredo, aquele que lhe permite manter um estilo de vida acima da média. Roger Brown é o cabecilha de um grupo que rouba obras de arte. 

Tudo é posto em risco quando, na sua vida, surge Clas Greve. Com ele vêm uma série de apuros. Homicídios, perseguições e fugas que me prenderam completamente. Adoro este tipo de livros e a sensação que um bom livro do género me causa. Não foi possível dar-lhe menos de 5 estrelas. Futuramente quero começar a saga do autor e, sinceramente, espero que não me desiluda. 

Alguém por aqui já leu algo do autor? Quais as vossas opiniões?

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Opinião #26: Louca por compras, Sophie Kinsella


Editora: Editorial Presença
Ano: 2008
Nº páginas: 324 páginas 
Pontuação atribuída: 3 estrelas no Goodreads


Becky é uma mulher fútil, gastadora e inconsequente. Adora compras, como a maior parte das mulheres, e não resiste a um bom achado nos saldos ou a uma boa pechincha, por mais que, aos olhos dos outros, possa não ser assim um negócio tão proveitoso. Compra nem necessitar. Compra por gosto em comprar, porque gosta de ter. No entanto, ao longo do livro, revela-se uma mulher inteligente e bem sucedida (embora, um tanto ou quanto, sem querer). 

É um livro extremamente bem disposto e, embora por vezes algo surreal, não deixa de retratar uma realidade que até pode ser bastante verídica. Por várias vezes já tinha ouvido tecer elogios da autora e, agora, consigo compreender porquê. Obviamente, não lhe peguem se estão à procura de uma obra prima da literatura porque não é disso que se trata. É como já disse um livro bem disposto com passagens muito divertidas e que nos coloca um sorriso nos lábios. Foca também os aspectos dos relacionamentos e do interesse subjacente que a protagonista julga ter. Rebecca quer à força toda arranjar um homem rico que lhe proporcione um outro nível de vida. O nível de vida que ela tem sem ser possível e que faz com que acumule créditos atrás de créditos. Contudo, o amor acaba por lhe bater à porta e o seu príncipe encantado está onde ela menos espera. 

Como muitos outros, este livro já morava cá em casa há vários anos. Peguei-lhe graças ao projecto que a Dora criou no mês de Abril e que consistia em ler livros de chick/lad lit. Terminei-o no início de Abril mas acabei por o incluir nesse projecto atribuindo-lhe a #chickladlit.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Opinião #25: Jane Eyre, Charlotte Bronte


Editora: Publicações Europa-América
Ano 1ª publicação: 1847
Nº páginas: 507 páginas 
Pontuação atribuída: 4 estrelas no Goodreads


Trata-se, como é bem sabido, de um clássico da literatura inglesa escrito no século XIX por uma das irmãs Bronte. Já há muito tempo que lhe queria pegar. Foi a minha primeira incursão nas obras quer de Charlotte Bronte quer de qualquer umas das suas irmãs. Quem já leu mais alguma coisa delas, comente se fiz bem em começar com este ou se devia ter pegado em outra obra primeiro. 

Acabei por ler este livro durante o passado mês de Março e peguei-lhe graças ao Clube dos Clássicos Vivos

Certamente que é uma história bem conhecida de todos e muitas vezes tida como auto-biográfica. O livro narra a história da menina Jane Eyre, uma orfã que, praticamente desde sempre, foi crescendo sem afectos. São relatados vários momentos da sua vida até à fase em que se torna preceptora de uma menina francesa que está aos cuidados de Mr.Rochester. Jane apaixona-se pelo patrão e é correspondida mas o que seria uma história de amor sem o seu quê de dramatismo? O percurso de ambos não se antevê nada fácil muito em parte graças ao segredo mais bem escondido na mansão de Thornfield Hall. Várias são as inquietações internas que movem a protagonista e muitas são as suas lutas contra os seus próprios princípios. Não deixa de ser uma heroína que na minha opinião tinha por objectivo retratar uma mulher forte e destemida que, de algum modo, conseguiu vencer na vida.

Eu gostei do livro. Não me decepcionou mas também não me deixou totalmente maravilhada motivo pelo qual acabei por lhe atribuir as 4 estrelas no Goodreads. Consegui sentir algum apreço por algumas das personagens mas, por vezes, não pude deixar de achar a própria Jane um pouco pãozinho sem sal, como se costuma dizer. É uma boa leitura que nos permite também ter consciência de como era a vida na sociedade inglesa durante a época o que me agrada particularmente.

domingo, 22 de abril de 2018

TAG| Viagens

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Vi esta TAG primeiramente no canal da Isa e, após ter comentado, ela desafiou-me para responder aqui no blog. Sem mais demoras, seguem as perguntas e as minhas respostas.


1 | Gostas de viajar? 
Simmmm, claro. 

2 | As suas viagens são a trabalho ou a lazer? 
O meu trabalho só me permite viajar se for por minha conta e risco, para participar em algum evento mas, as minhas finanças não mo permitem fazer e, sinceramente, a vontade também não é muita. Portanto, as minhas viagens são a lazer.

3 | Quais os lugares que já viajaste? 
Por continentes (porque dá a sensação que é uma coisa chique =P) : em África, Cabo Verde mais concretamente, Ilha do Sal; América do Norte, República Dominicana e México e, finalmente (e, em maior número), na Europa, Ilha da Madeira, Açores (Terceira, São Miguel, Faial e Pico), Santiago de Compostela, Huelva, Ayamonte, Madrid, Barcelona, Palma de Maiorca, Paris, Londres, Roma, Florença, Pisa, Veneza, Amesterdão. Em Portugal continental, felizmente também conheço muitos sítios e bastante bonitos por sinal.

4 | Qual a melhor viagem que fizeste?
Sinceramente, adorei todas as viagens e, de todas elas tenho boas memórias que adoro recordar e partilhar com os outros. No entanto, posso dizer que tenho um  carinho especial por Amesterdão, Londres e pelo México. 
5 | Qual a pior viagem que fizeste? 
Não foi propriamente má mas envolveu uma experiência que fez com que eu não desfrutasse muito da visita à ilha. Falo da Ilha do Pico e deveu-se ao facto de me ter deslocado até lá de barco a partir da Ilha do Faial. A travessia foi muito muito má e levei o dia todo a pensar em como seria o regresso. 
6 | Conta uma situação engraçada que já passaste numa viagem? 
Assim, de repente lembro-me de estar em Paris e procurar junto de um senhor que estava a fazer a manutenção do Metro como poderia ir até à Disney e ele, muito solicito e de forma muito expressiva diz "Oh, Disney, Mickey (fazendo as orelhas do Mickey utilizando as suas mãos)". Achei aquilo estranho para um Francês porque, até à data, estava a achá-los muito controlados. Pois que, momentos mais tarde me apercebi que o senhor era emigrante português.

Uma outra situação ocorreu também em Paris mais concretamente no museu do Louvre. Na altura da viagem eu tinha menos de 25 anos e, sendo também cidadã europeia, podia entrar em uma data de atracções sem pagar. Bastava mostrar o Cartão de Cidadão. Pois que vou à bilheteira, peço um bilhete e saco do meu cartão de cidadão e a senhora diz "Ah, tem que pagar X porque Portugal não pertence à comunidade Europeia" =|
7 | Já passaste por alguma situação perigosa em alguma viagem? 
Que me recorde não mas, sinceramente, também sou muito pouco dada a aventuras e gosto de tudo muito controladinho. 
8 | Qual a viagem que sonhas fazer? 
Adorava conhecer várias cidades dos EUA. Nova Iorque era o meu sonho mas também ficaria muito contente ao visitar LA, Miami, Las Vegas, Boston, Washington...
Também gostava muito de conhecer a Escócia e os seus castelos. 
9 | Gostas mais de viajar para o campo, praia ou lugares mais urbanos? 
De tudo um pouco mas, sobretudo, locais urbanos e praia. 
10 | Conta como fazes os teus roteiros. Agência de viagem ou conta própria? 
As primeiras viagens que fiz foram através de agência de viagem. Actualmente, viajo por conta própria. Agendo tudo através da internet (voo, hotel e até bilhetes para museus, visitas guiadas, entre outros). 
Continuo a achar que determinado tipo de viagens como é o caso de destinos de praia, são mais proveitosas se feitas através de agência. 
11 | Viajas com amigos, família ou amigos?
Já viajei das três as formas mas, ultimamente, viajo mais com o meu marido e com a minha filha.

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sábado, 31 de março de 2018

Opinião #22 e #23: As aventuras de João sem medo (José Gomes Ferreira) e Rosa, minha irmã Rosa (Alice Vieira)

Nos últimos tempos tenho adorado ler livros infantis-juvenis. Desde que sou mãe, tento conhecer livros que nunca li ou reler livros do meu tempo de menina. Os que hoje apresento são livros bem conhecidos que eu nunca havia lido. Gostei muito de ambos e dei-lhes a pontuação máxima no Goodreads. São daqueles livros que vou querer ter na minha biblioteca para poder ler aos meus filhos. 



Foto de Neuza Coelho. 



Editora: Leya
Ano 1ª publicação: 1963
Nº páginas: 173 páginas 
Pontuação atribuída: 5 estrelas no Goodreads

O título não poderia ser melhor escolhido. Este é efectivamente um livro de aventuras. São as aventuras do menino João. Um menino a quem não bastante a realidade da sua pequena povoação e que quis partir para conhecer novas realidades e conhecer o mundo que o rodeia. São as histórias das explorações do João que não contadas pelo autor com recurso ao imaginário mágico.  É um livro que, na minha opinião, tem tão ou mais qualidade do que livros internacionais dentro do género. Merecia um maior reconhecimento. 




Foto de Neuza Coelho.

Editora: Editorial Caminho
Ano 1ª publicação: 1979
Nº páginas: 118 páginas 
Pontuação atribuída: 5 estrelas no Goodreads

Este livro conta a história de uma família. É uma família como todas as outras, com os seus dramas e alegrias. É a família da Mariana, uma menina que é filha única e que, a dado momento deixa de o ser.  Basicamente, a autora retrata o percurso de adaptação desta menina a esta nova realidade. Foca os seus sentimentos, emoções e as suas batalhas interiores.  

Sou filha única pelo que não consegui identificar-me plenamente com algumas destas situações. Compreendo que poderão ser bastante reais para quem passa por esta situação pelo que penso que é um livro que deve ser lido pelos mais novos. 

Não quero deixar de falar na edição que li. É uma edição ilustrada comemorativa da primeira edição deste livro. Trata-se de uma edição limitada, em capa dura. Só tenho pena que não tenha muitas ilustrações pois as que tem são maravilhosas e enriquecem ainda mais a narrativa.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Opinião #21: O triunfo dos porcos, George Orwell


Foto de Neuza Coelho.

Editora: Publicações Europa-América
Ano 1ª publicação: 1945
Nº páginas: 125 páginas 
Pontuação atribuída: 5 estrelas no Goodreads


Do autor já tinha lido 1984. Duas vezes. Esse tal, como este, é um livro amado por muitos mas, como não gostei propriamente do 1984, tive sempre alguma renitência em partir para outro livro do autor. Ficava sempre com a ideia que seria mais um livro que todos amam e do qual todos dizem maravilhas e que eu não iria gostar. De certa forma, tinha medo de me desiludir. Contudo, felizmente, isso acabou por não acontecer. Gostei demasiado deste livro. Li-o num ápice e saboreei bem a narrativa.

Embora tenha sido publicado, pela primeira vez em 1945, é um livro que, na maioria dos aspectos, continua bem actual sendo esse um dos aspectos que o torna tão especial. Trata-se de uma fábula com o seu quê de política. O autor retrata a revolução dos animais de uma quinta contra o humano que é o seu dono e que assumem tratá-los de forma cruel. Queriam ser livres mas, gradualmente, tudo se vai tornando numa luta pelo poder, imersa em corrupção e mentira. Os que se julgam mais inteligentes, vão-se tornando poderosos, adquirindo aos poucos os benefícios que, anteriormente, eram dos humanos. 

É uma crítica acutilante e muito bem desenvolvida. Um livro curto que se lê muito bem e que aconselho vivamente.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Séries que vi #2: Uma família muito moderna









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Não vos venho falar de nada novo uma vez que esta série é já bem antiga e bem conhecida do grande público. É bastante aclamada e já foi vencedora de vários prémios entre eles o Emmy para melhor série de comédia. 

Terminei a primeira temporada há uns dias atrás e não quis deixar de vir aqui falar um pouco sobre Uma família muito moderna. É uma série norte americana de comédia e que, como o próprio nome indica, se baseia nas dinâmicas familiares e no dia-a-dia de uma família. Tem três núcleos familiares que nos remetem também para as novas construções familiares uma vez que há um casal gay que adopta uma menina e uma família reconstruída em que há uma grande diferença de idade entre os cônjuges sendo um deles emigrante colombiano nos EUA. 

Já tinha visto vários episódios. Limitava-me a ver quando estava a dar na televisão e até gostava. É aliás das séries em que é perfeitamente possível fazê-lo. Contudo, sempre pensei vê-la desde o início uma vez que abordava temáticas bem actuais e sobre as quais tenho particular interesse. É uma série que não desilude e que nos faz passar um bom bocado. É para ir vendo. Para passar algum tempo com as personagens e para criar alguns pontos de identificação com as mesmas. Isto porque em dado momento da nossa vida, já todos passámos por algumas das situações que ali estão representadas.

As personagens estão extremamente bem conseguidas e interpretadas. Desde o Jay ciumento e que teima em ser conservador, à colombiana Glória com a sua personalidade e aspecto marcantes.

Esta primeira temporada é constituída por 24 episódios com cerca de 20 minutos cada o que é bem ao meu gosto. Actualmente, vai na nona temporada sendo que, vamos acompanhando o crescimento dos personagens mais jovens que vão deixando a adolescência e entrando na idade adulta. 

domingo, 18 de março de 2018

Séries que vi #1: A casa de papel

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Nos últimos tempos, muito se tem falado desta série espanhola que está disponível na Netflix. Em parte movida por esse falatório, comecei a vê-la e fiquei presa praticamente aos primeiros episódios. 

Oito pessoas com as mais diversas habilidades decidem levar a cabo um plano com o seu quê de utópico que foi engendrado pelo cérebro da operação que se auto-denomina "Professor". Resolvem assaltar a casa da moeda e levar consigo cerca de 2 biliões de euros. Para o fazer vão ter que lidar com reféns e com a polícia. Irão ter também que lidar com as relações que se foram criando entre eles e com os conflitos que vão surgindo. Mais do que tudo, é uma corrida contra o tempo.

É uma série de suspense/drama que prende e leva a querer ver episódio após episódio para saber o que vai acontecer a seguir. É bastante intensa e, ao longo dos episódios, vamos conhecendo um pouco mais dos ladrões que ao início mais não eram do que desconhecidos. É interessante ver como é retratado o lado humano dos larápios. Dou por mim muitas vezes a querer que eles sejam bem sucedidos e que a polícia fracasse. É uma série que na minha opinião tem bastante qualidade e que, em certos aspectos, me fez recordar Prison break. Aconselho a quem aprecia o género.
 
Esta série tem uma temporada composta por 13 episódios cada qual com cerca de 45-55 minutos de duração.  A segunda temporada tem estreia marcada para dia 6 de Abril de 2018 e eu conto acompanhar.